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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Agenda SAB

08/07. Exibição gratuita do filme Prá frente Brasil, de Roberto Farias, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.

08/07. Apresentação gratuita de Dillo D' Araújo, às 20:00, no contexto do projeto Sesi Quintas Musicais, no Sesi, na QNF 24, AE Taguatinga Norte.

08/07. Exibição gratuita do filme O mistério da estrada de Sintra, de Jorge Paixão da Costa, às 20:00, na embaixada de Portugal, na 801S.

08/07. Apresentação gratuita do show  Sons do Planeta, com Rubi, Greice Ive, Luiz Miranda, Ellen Oléria, Hélio Ramalho, Sonora Chama e Os Mocambos, às 21:00, no contexto do I Fórum de Biodiversidade das Américas, no Jardim Botânico.

14/07. Exibição gratuita do filme Cautiva, de Gastón Biraben, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.


14/07. Coquetel de lançamento do filme A alma do osso, de Cao Guimarães, no cine Brasília, na 106/107 S.


15/07. Exibição bição gratuita do filme Crônica de uma fuga, de Israel Adrian Caetano, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.

21/07. Exibição gratuita do filme Toda nudez será castigada, de Arnaldo Jabor, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.
21/07. Inauguração da mostra Morar Mais por Menos, às 20:00, na União dos Escoteiros do DF, no Setor de Clubes Sul , Tr 3.

22/07. Exibição gratuita do filme Vinicius, de Miguel Faria Júnior, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.

28/07. Exibição gratuita do filme Volver, de Pedro Almodóvar, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.

29/07. Exibição gratuita do filme Amantes, de Vicente Aranda, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS Qd 04 Ed Anápolis.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

SAB na copa: Quem gosta de futebol torcerá pela Alemanha

Segue postagem publicada  no dia 03/07 no blog Balaio do Kotscho (www.colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/07/03/quem-gosta-de-futebol-torcera-pela-alemanha/).

Boa leitura!
Quem gosta de futebol torcerá pela Alemanha
Para quem torcer agora? Alguém poderá dizer que, depois do jogo desta manhã de sábado, fica fácil falar. Mas eu escrevi isso antes, aqui mesmo, no domingo passado, logo após a vitória contra a Inglaterra: “Alemanha lembra o Brasil de antigamente”. Até pedi ao Dunga para ter a coragem de se inspirar no bom exemplo da molecada alemã, mas acho que ele não me ouviu.

Para quem gosta de futebol, independentemente da camisa do time ou do país, a seleção alemã foi a que mais se aproximou do melhor futebol brasileiro, que brilhava e encantava até quando perdia, como aconteceu na Copa da Espanha, em 1982. A Alemanha está fazendo isso na África do Sul, desde o primeiro jogo, só que ganhando, com todas as chances de chegar a mais um título, com o melhor time que já montou.

Os implacáveis 4 a 0 que a Alemanha meteu na Argentina de Maradona provaram mais uma vez que é possível jogar bonito e ganhar, jogar com alegria, jogar sem medo de atacar o tempo todo, como se fosse uma pelada na praia ou num terreno baldio, assim como era o futebol brasileiro, antes do futebol triste dos guerreiros burocráticos da era dos professores Zagalo-Parreira-Dunga, sob o alto comando de Ricardo Teixeira, que não sai nunca.

Eles ganharam títulos, eu sei, mas apequenaram o nosso futebol. Futebol, para mim, e sei que para muita gente, não é uma guerra para se ganhar dinheiro e canecos a qualquer preço. Antes de mais nada, é uma diversão, e eu me diverti muito vendo aqueles meninos alemães deixando o Maradona perplexo e o mundo maravilhado com seus toques rápidos, brincando de jogar bola, na reta final de uma Copa do Mundo.

No post de ontem, após a derrota da seleção de Dunga,  falei do choro sentido da minha neta mais velha, a Laura, de sete anos. Ela não se conformava de nunca ter visto o Brasil ser campeão. Mais tarde, em sua estréia na área de comentários do Balaio, Laura me escreveu, avisando que tinha parado de chorar e iria torcer pela Alemanha, terra da família de minha mãe.

Eu também decidi torcer pela Alemanha, mas não é só por razões familiares. É apenas porque sempre gostei de jogar e ver futebol, e acho que quem joga mais bonito merece levar a taças. Sei que nem sempre isso acontece, como aconteceu com o Brasil de Telê, em 1982.

Mas seria muito bom que isso acontecesse agora, para o bem do futebol. E para que, em 2014, a nossa seleção volte a jogar como só o Brasil sabe, eternamente o melhor e mais bonito futebol do mundo. É só deixar. Chamar os melhores, dar liberdade, jogar as camisas para cima e correr para o abraço. Como está fazendo a Alemanha.

Agenda SAB

07/07. Exibição gratuita do filme Batismo de sangue, de Helvécio Ratton, às 12:30, no contexto do projeto CineCal, na Cal, no SCS, Qd 04, Ed Anápolis.

07/07. Exibição gratuita do jogo Alemanha x Espanha, às 15:30, no Instituto Cervantes, na 707/907 S.

07/07. Lançamento do livro Brasília- 50 anos de utopia moderna, de Thomas Kellner, às 19:00, no Ecco.

07/07. Palestra gratuita de Martha Medeiros, às 19:30, no contexto da mostra Escritores Brasileiros. Participação de Cássia Kiss, no CCBB.
  
07/07. Apresentação gratuita de Coros, às 20:00, na Escola de Música de Brasília, na 602 S.

08/07. Apresentação gratuita do show  Sons do Planeta, com Rubi, Greice Ive, Luiz Miranda, Ellen Oléria, Hélio Ramalho, Sonora Chama e Os Mocambos, às 21:00, no contexto do I Fórum de Biodiversidade das Américas, no Jardim Botânico.

14/07. Coquetel de lançamento do filme A alma do osso, de Cao Guimarães, no cine Brasília, na 106/107 S.

21/07. Inauguração da mostra Morar Mais por Menos, às 20:00, na União dos Escoteiros do DF, no Setor de Clubes Sul , Tr 3.
 

domingo, 4 de julho de 2010

SAB na copa: A seleção acabou um sonho

Segue postagem publicada na edição eletrônica do jornal Clarín. O diário argentino comenta a derrota da seleção do vizinho país frente a Aleamanha, na Copa de 2010 (http://www.clarin.com/deportes/futbol/Argentina-Alemania_0_290971141.html).
Aroldo José Marinho

A la Selección se le terminó un sueño

03/07/10 - 13:21
Fue goleada 4-0 por los cuartos de final ante Alemania, que la superó con un planteo inteligente. El equipo sufrió a los 3 minutos un gol que condicionó el partido y nunca tuvo respuestas. Se perdió la oportunidad de llegar a semis después de 20 años.
Por Sergio Danishewsky
Enviado especial 


Ganó con toda claridad Alemania. Supo cómo apropiarse del medio, llegó más y mejor y tuvo en Schweinsteiger al dueño de una actuación sobresaliente. ¿Argentina? Voluntad, empuje, desorden táctico. Esta vez no se encendieron los cañones de sus delanteros, esos que le permitían disimular errores y mantener la ilusión. Sin gol y sin estrategia, empecinada su estrella, quedó desnuda. Pasó a semifinales el único de los que pareció un equipo. El Mundial es un recuerdo del que habrá que aprender.


Sorprendió Alemania con un comienzo a toda máquina. Schweinsteiger se las arregló para seguir bien de cerca a Messi y para encabezar desde la mitad de la cancha cada avance alemán. Con presión sobre la salida argentina y con precisión para salir, el equipo europeo encontró una rápida ventaja a los 3 minutos. Otamendi, de muy flojo comienzo, golpeó a Klose; Schweinsteiger envió el centro desde la izquierda y Müller rozó la pelota dentro del área para desviar levemente la trayectoria y descolocar a Romero.

Fue claramente de Alemania el control del primer tiempo. Di María fue impreciso y colaboró poco en la marca, y la defensa lució desordenada y nerviosa, sobre todo por los laterales. Enfrente, los volantes alemanes dominaron el juego y abastecieron a Klose y a Müller. Sólo la presencia de Tevez, capaz de generar juego en la mitad y de mostrarse como alterativa de pase, bastó para generar preocupación a Alemania y transmitir, sólo por él, cierta sensación de que se podría revertir.

Di María y Maxi Rodríguez cambiaron posiciones a los 20. Y pareció que Argentina, aun desequilibrada en el medio, podría acomodarse. Messi, en esa posición de delantero retrasado obligado a arrancar desde muy atrás, logró arrimar peligro con un par de apiladas. Así, con Otamendi trepando por derecha, Argentina fue por el empate.

Las mejores chances del primer tiempo, sin embargo, fueron del único equipo que funcionó como tal en ese lapso. A los 23, Alemania dejó escapar una chance inmejorable cuando un error de cálculo de Heinze dejó a Müller solo por la derecha. Su centro fue conectado por Klose, cuyo remate resultó apenas elevado. A los 37, un zurdazo cruzado y bajo de Podolski salió apenas desviado. Y a los 43, Lahm desbordó con facilidad a Heinze y cedió a Müller. El volante remató y su disparo fue bloqueadon por la defensa.

Por el lado de Argentina, que llegó menos y con menos profundidad, Messi escapó como puntero derecho a los 26 y su remate salió por detrás del arco. Y hubo un gol anulado a Higuaín por evidente off side, a los 35. Demasiado poco como para ilusionarse con el empate.

La Selección salió con decisión en busca del empate en la reanudación. Mascherano quitó y empujó, Di María se mostró activo, Messi buscó espacios para habilitar a Tevez y a Higuaín. Alemania cedió terreno y esperó una contra. A los 2, un zurdazo de Di María casi es el empate. A los 8 remató Tevez dentro del área tras recibir un pase de pecho de Maxi. A los 17 de nuevo Tevez, con un derechazo a las manos. Y a los 18 entró Higuaín como puntero izquierdo, pero Neuer, muy seguro, se quedó con el remate.

El partido entraba en zona de definición. Argentina iba y arrimaba peligro, pero se exponía a contras que Alemania comenzaba bien y terminaba mal. Hasta que a los 23, la pelota le quedó a Podolski por la derecha (con Otamendi jugado en ataque) y su centro bajo fue conectado debajo del arco por Klose. Dos a cero y sensación de partido resuelto.

El tardío ingreso de Pastore por Di María, a los 24, no tuvo tiempo para solucionar las cosas. Alemania ya se sentía ganadora, y a los 28, el mejor hombre de la cancha, Bastian Schweinsteiger, demostró que no estaba en absoluto nervioso: armó una notable jugada por izquierda que terminó empujando al gol Friedrich. Telón. A casi un cuarto de hora del final.

Apenas hubo tiempo para estirar la agonía. Hubo intentos aislados de Pastore, Messi y Tevez, dueño de un corazón enorme. Y el cuarto gol, mortífero contraataque rubricado por Klose a los 44. Nada más. Sólo quedaba esperar el final. Y que llegue la hora de la autocrítica.

SAB na copa: Alemanha e a festa de Maradona

Nenhuma tristeza é eterna. Essa foi a lição que a genial seleção de futebol da Alemanha deu para a torcida brasileira no fim da manhã deste sábado. A dor, a mágoa e a decepção causadas pela eliminação da equipe brasileira frente a equipe da Holanda desapareceram como se tudo fosse um passe de mágica. Tudo isso é efeito de um jogo de futebol maravilhoso, aliás, o mais bonito a Copa da África do Sul. Nossa gratidão eterna para Joachim Löw e seus comandados. Danke schöen!

As duas equipes foram para o gramado e mostraram ser reflexos das personalidades de seus treinadores. A Alemanha começou o jogo de forma organizada, procurando sempre o caminho das redes. O mesmo não se deu com a Argentina. Assim como Diego Maradona, os jogadores estavam intranquilos e não conseguiam se entender. Assim foi fácil para os alemães abrirem o marcador: na cobrança de falta Schweinsteiger (escolhido o craque da partida) jogou a bola na área, e  Müller cabeçeou para o fundo das redes.

Em vez de recuarem, como é praxe das equipes que abrem o marcador, os alemães continuaram no ataque, fechando os espaços para que os argentinos não jogassem em velocidade. Quem esperava que Messi desencantasse nesse jogo, certamente, esperou em vão. Nem ele nem Higuaín. Este fez um gol aos 35 minutos. Porém foi anulado, impedimento claríssimo. Fim do primeiro tempo.


A equipe de Maradona voltou do intervalo atrás do empate tão necessário às suas pretensões de classificação. Tentou no primeiros minutos, sem abalar  a meta de Neuer e a defesa alemã. Lá estava o eficiente Schweinsteiger que, com rapidez, fazia a ligação com o ataque.

Um jogo assim não poderia ficar sem o seu artilheiro. E Klose estava no jogo, queria colaborar com seu selecionado. As chances que ele desperdiçou no primeiro tempo foram premiadas no segundo tempo. Foi ele que, aos 23, matou todas as pretensões dos argentinos. No placar estava escrito: 2 x 0 para a melhor equipe.

Novamente, o guerreiro Schweinsteiger deu o ar de sua graça. Numa de suas investidas pela esquerda, aos 28, passou a bola para Friedrich fazer o gol que foi a celebração da mistura da arte com a eficiência. Daí por diante, a turma de Löw passou a tocar bola sem recuar. Com justiça, a torcida começou a gritar: Olé! Olé! Olé!

O tempo foi passando. Maradona, debaixo de sua baixa estatura, não conseguia esconder a vergonha. Mas no seu balaio pretensioso, ainda, cabia mais um gol. Klose sabia disso, bpor isso, aos 43, fez o gol que mostrou a imcompetência do pseudo-treinador que se acha melhor do que Pelé. Fim da ópera buffa: Argentina 0 x 4 ALEMANHA.

Aroldo José Marinho

sexta-feira, 2 de julho de 2010

SAB na copa: Grandes jogos pequenas decisões

A chateação pela derrota brasileira frente a Holanda não me dá inspiração para escrever nenhum texto. Por isso, resgato texto escrito após o confronto Alemanha x Argentina que aconteceu na Copa de 2006.

Espero que a leitura seja proveitosa. Saudações de ânimo!
Aroldo José Marinho


30 Junho 2006

Após uma parada estratégica de dois dias, a copa do mundo retomou sua sina no dia de hoje. No momento em que escrevo, já sei do resultado do jogo das 12:00 e espero pelo início do das 16:00. O mata-mata da fase anterior definiu oito equipes para as quartas-de-finais. Começaram as pequenas decisões, uma nova onde de emoções.

Com exceção do jogo Itália x Ucrânia, há um toque de decisão em cada partida. Confrontos tradicionais são evidenciados: Europa x América do Sul e a re-edição de uma das semi-finais da copa de 1966, realizada na Inglaterra.

O conflito inter-continental coloca frente a frente Alemanha x Argentina e França x Brasil. O confronto envolvendo os donos da casa e nossos rivais domésticos nos faz recordar as decisões de 1986 e 1990. Maradona e companhia levaram a taça na primeira enquanto que Matthäus e colegas deram o troco na copa seguinte. Outra re-edição envolve a seleção brasileira que vai tentar mostrar que a vitória francesa, na copa de 1998, foi apenas um equívoco.

A copa de 1966 também volta à ordem do dia por causa do jogo Inglaterra x Portugal. Coincidentemente, as duas seleções são citadas entre as que mais evoluiram nos último quatro anos. Outro fato que as une é que seus treinadores são estrangeiros: os ingleses são comandados pelo sueco Sven Goran-Erickson e os portugueses obedecem a orientação de Luis Felipe Scolari.

E agora, o que acontecerá daqui por diante?

Com exceção do já encerrado jogo que culminou com a vitória alemã, a resposta é difícil de escrever. A Alemanha mostrou que, além da sua tradicional aplicação, sabe fazer uso da garra quando esta é necessária. Começou em desvantagem no placar por causa do gol anotado por Ayala, aos 4 minutos do segundo tempo, a seleção dona da casa partiu para cima dos argentinos e conseguiu o empate, aos 35, com uma cabeçada do artilheiro Klose. Tem gente que dirá que os argentinos jogaram melhor, que mereciam ter ganho a partida. Como só assisti a partir do segundo tempo, não sei se tal afirmativa é pertinente. Porém não vi muito brilho na atuação argentina no segundo tempo nem na prorrogação.

Não escondo de ninguém que minha torcida nesta copa é para Brasil e Alemanha, por uma série de motivos afetivos. Cito isto para dizer o tamanho de minha alegria com as defesas feitas por Lehman nas cobranças de penais. Seus colegas foram eficientes. Ele foi completo. Parece que os argentinos se cansaram demais correndo na prorrogação pois suas cobranças de penais foram medíocres. Aproveito para, publicamente, pedir desculpas a Jens Lehman. Eu fui umas das pessoas que contestaram a decisão do técnico Klinsmann de fazer dele o sucessor de Kahn no gol alemão.

Para o outro confronto entre europeus e sul-americanos, o jeito é especular. Creio que o Brasil vai procurar ser muito eficiente para devolver a derrota de 1998 aos franceses. Mas, também para seguir adiante nesta copa. Por isso, não acredito que este jogo traga muitos gols. Talvez haja um palcar bem mínimo, do tipo 1 x 0, 2x 1, etc. Será um jogo emocional, qualquer um pode surprender. Deus queira que a vitória não abandone o verde-amarelo.

Quanto ao confronto luso-britânico (ou anglo-português?). De cara, eu não tenho preferência por nenhuma das duas seleções. Poderia fechar os olhos, lavar as mãos e dizer: Que vença o melhor! Todavia não farei isto. Dificilmente fico em cima do muro. Por isso, declaro minha simpatia por Felipão. Sou seu fã desde o tempo em que ele dirigia a Sociedade Esportiva Palmeiras. Considero que ele é um treinador muito competente e sempre me coloco na sua torcida. Viva Scolari!

Finalizando. No confronto entre europeus e sula-americanos, entre portugueses e ingleses, que haja futebol de muita qualidade.

Aroldo José Marinho

SAB na copa: Final de semana crucial

Amanhã começa a rodada das quartas de final na Copa do Mundo realizada  na África do Sul. Diversas seleções participantes já arrumaram as malas e voltaram para casa. Entre elas, França e Itália, duas campeãs mundiais. Outro espanto foi o bom desempenho das equipes do continente americano. Todas superaram a fase de grupo da competição. Infelizmente, o mesmo não aconteceu com os países africanos. Quase todos foram eliminados. Só Gana resiste. Até quando?

Após dois de folga, a Copa entra, de novo, na ordem do dia.  No final de semana, dois jogos, certamente, irão mexer com as emoções dos torcedores do mundo inteiro.  Dois duelos envolvendo a rivalidade América do  Sul x Europa. Primeiro na sexta-feira, quando Brasil e Holanda se enfrentarão para valer. Quem perder volta para casa. No dia seguinte, será a vez de Alemanha e Argentina medirem forças.
O jogo de sexta-feira deverá ser aberto. Provavelmente, as duas equipes jogarão procurando o gol incessantemente. Espera-se que o Brasil supere a equipe laranja. Quanto ao jogo seguinte, os especialistas apontam favoritismo para a Argentina. Todavia, do fundo do coração, a torcida brasileira aposta suas fichas na equipe multi-cultural alemã. Weiter Deutschland!!!

Uruguais, Gana, Espanha e Paraguai estão na disputa. E merecem respeito. Podem até conquistar o título de campeão nesta Copa. O provável é que, no futuro,  sejam lembrados como simpáticos coadjuvantes. Pois, na verdade, as atenções estarão mesmo focadas nos jogos que acontecerão às 11:00, no horário de Brasília. Creio que o novo campeão do mundo sairá de um deles.
Aroldo José Marinho

anterior definiu novos confrontos